Quando Jesus apareceu a Santa Faustina disse: “Agora é tempo de misericórdia”.
Pediu para que ele escrevesse assim:
“Antes de vir como justo juiz, venho como Rei da Misericórdia. Agora prolongo os dias de misericórdia, mas ai daqueles que não reconhecerem o tempo da minha visita”.
Jesus Cristo apareceu várias vezes a Santa Faustina, sempre pedindo especial atenção para os agonizantes e pecadores do mundo inteiro.
Morte de Santa Faustina
Santa Faustina morreu no dia 05 de outubro de 1938, após sofrer muito, mas sempre entregando seus sofrimentos a Jesus e rezando o terço da misericórdia em oferecimento para a alma de todos os pecadores do mundo inteiro.
O Diário de Santa Faustina
Estes escritos que contem mais de 1800 parágrafos,Como:Pedidos,Promessas e Alertas de Jesus!
O parágrafo 300 do Diário de Santa Faustina registra uma das mensagens centrais de Jesus sobre a Divina Misericórdia: "A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar, com confiança, para a Minha misericórdia". É um apelo à confiança na bondade divina para obter paz.Conteúdo principal: É um apelo de Jesus para que as almas confiem em Sua misericórdia, especialmente em tempos de tribulação, sendo um dos pilares da mensagem confiada à santa.
Referente ao parágrafo 866:O parágrafo 866 do Diário de Santa Faustina registra uma revelação de Jesus sobre Sua tristeza devido ao desprezo das almas, seguido de um pedido de consolo. Jesus diz: "Minha filha, desejo descansar no teu coração, já que muitas almas Me expulsaram hoje do seu coração e senti uma tristeza mortal". [1, 2]
O parágro 811 do Diário de Santa Faustina relata uma promessa de Jesus sobre o poder do Terço da Divina Misericórdia na hora da morte. Jesus afirma que defenderá como Sua própria glória toda alma que rezar este terço, ou quando outros o rezarem por um agonizante, aplacando a ira divina.
O parágrafo 328 do Diário de Santa Faustina é uma breve e profunda oração."Ó Amor puríssimo, reinai totalmente no meu coração e ajudai-me a cumprir a Vossa santa vontade da maneira mais fiel."
O parágrafo 390 do Diário de Santa Faustina destaca o imenso poder e a virtude do perdão. A mensagem central é que quem sabe perdoar prepara para si muitas graças da parte de Deus.
Referente ao parágefo 1146:No parágrafo 1146 do Diário, Jesus pede aos maiores pecadores que confiem em Sua misericórdia, afirmando que eles têm mais direito a ela do que os outros. Ele promete conceder graças que excedem os pedidos, declara-se incapaz de castigar quem recorre à Sua compaixão e adverte sobre o fim dos tempos.
O parágrafo 1140 :Hoje tivemos a procissão de 'Corpus Christi'. No primeiro altar saiu uma chama da Hóstia Santa, atravessou o meu coração, e ouvi uma voz: 'Eis aqui o Meu descanso'. Um fogo acendeu-se em meu coração, e eu senti que estava toda transformada n'Ele." [1]
O parágrafo 594 do Diário de Santa Faustina relata a visão de uma alma glorificada que confirma a eficácia das orações para sua entrada no Céu e revela as provações vividas na casa religiosa. A experiência destaca a importância da intercessão e do sofrimento aceito com confiança na misericórdia divina, conforme o relato
O parágrafo 584 Reflete sobre "Oh! Se as almas quisessem ouvir a Minha voz, quando falo no profundo dos seus corações, em pouco tempo atingiriam os cumes da santidade."
O parágrafo 476 do Diário de Santa Faustina relata a instrução direta de Jesus sobre como recitar o Terço da Misericórdia. O texto detalha a estrutura exata da oração (usando um terço comum) e reforça o seu poder para aplacar a ira divina e alcançar a salvação dos pecadores e agonizantes.
No parágrafo 283 do Diário de Santa Faustina, a santa expressa uma profunda confiança na Misericórdia Divina. Ela declara o desejo de amar a Deus como nenhuma outra alma jamais amou. Apesar de reconhecer sua própria pequenez e miséria, ela afirma que lançou a "âncora da sua confiança no abismo da misericórdia", o que a faz não ter medo de nada e esperar cantar eternamente os louvores do Senhor
No parágrafo 835 de seu diário, Santa Faustina relata uma misteriosa união espiritual com os agonizantes. Ela descreve como recebia inspirações repentinas para rezar por pessoas que estavam morrendo, sentindo uma força interior que a obrigava a interceder por elas até sentir a alma em paz, provando que a oração transcende o espaço.

